Publicado dia 8 de junho, no grupo Dagobah

Janaína Paschoal disse que foi abandonada porque, segundo ela, há uma movimentação de bastidor para alongar o processo de impeachment e aprovar eleições gerais.
Lewandovski aprova 48 testemunhas de defesa de Dilma.
Janot parte pra cima de peemedebistas e deixa petistas quietos nesse momento.
Teori senta em cima do inquérito do Lula…

(continuando)
Eu lembro que em 1984 eleições eram o ‘must’. Naquele momento fazia sentido, estávamos há bastante tempo sem a possibilidade de votar pra presidente.
Aí veio o Tancredo. Comoção pela morte dele. Sarney. Nego já não com muito saco de ficar na rua. Transição.
Bom, passado muito tempo, estamos aqui vendo toda essa geração cover rememorando os hits dos anos 60, eleições já, Fora Temer.
Entramos em looping?

Link: https://www.facebook.com/groups/dagobahfractal/permalink/589714581190038/

Meus posts no face – até dia 9 de abril de 2016

Entreouvido naquele hotel de Brasília:- Só aceito cash.

Publicado por Rafael Ferreira em Sábado, 9 de abril de 2016

Pelo que tenho observado em meus amigos de esquerda, e eu tenho muitos, existe uma dificuldade grande de entender isso….

Publicado por Rafael Ferreira em Sábado, 9 de abril de 2016

Dos meus tempos de imersão em campanhas retirei a impressão marcante do ‘fazer o que o adversário faz’. Tá lá a…

Publicado por Rafael Ferreira em Sexta, 8 de abril de 2016

Pra entender o caso Celso Daniel e como Santo André pode ter sido o laboratório do Petrolão.E tem gente que acha que essa gente é perseguida.

Publicado por Rafael Ferreira em Terça, 5 de abril de 2016

Jose Nêumanne mitou ontem no Roda Viva.- Ministro Marco Aurélio pros jornalistas presentes: vcs não acreditam no STF?- Nêumanne: NÃO!

Publicado por Rafael Ferreira em Terça, 5 de abril de 2016

Nas cidades pequenas tem muito disso: vamos ver quem coloca mais gente na rua? Arrumam ônibus, chama a galera que quer…

Publicado por Rafael Ferreira em Sexta, 1 de abril de 2016

Falou em luta…

Trago esse tema que me tocou na última semana.

Antes de ler, é interessante saber do que se trata no link a seguir: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2016/01/1729773-julgamento-de-fisico-so-serviu-para-justificar-prisao-diz-seu-advogado.shtml

De um lado, vi muita gente defendendo a posição da imprensa que reproduziu uma versão oficial dando conta que o personagem citado na reportagem linkada é um terrorista. De outro, colegas deles que destacam a versão de que não há elementos suficientes a se chegar a um tal vaticínio. Mesmo a acusação a que foi condenado não dizia respeito a esse crime.

Cheguei a conversar com algumas pessoas sobre o assunto e a posição deles defendia a versão oficial, assumindo como perigoso o fato da relação do pesquisador com jihadistas.

A minha reflexão vai no sentido de entender todo esse fenômeno do ponto de vista da democracia como modo de vida. A gente sabe que a conversão dos muçulmanos à ideia da democracia ainda está longe de acontecer, e preocupa a postura de alguns deles em relação às mulheres nos recentes episódios na Europa, mas no caso em apreço, além do aspecto meramente jurídico e oficial, que não se confunde com a discussão sobre multiculturalismo, não está em questão as relações humanas? Ou seja, em que medida, ao abraçarmos a luta contra o terrorismo, não estamos já fazendo guerra? Ou, ao associarmos a luta contra o terrorismo com a denúncia do atual governo não estamos reproduzindo um modus operandi não democrático de desconsiderar a possibilidade de transformação das pessoas na relação.

Antes da pessoa ser muçulmana ou outra coisa qualquer, ela é uma pessoa e, portanto, sujeita a se modificar na relação. Ou não?

Sobre o público como visível e outras situações

Há uma confusão tremenda com o fato da gente estar aberto à interação, o que faz a gente colocar em modo público nossas publicações, e aceitar qualquer comentário em nossa postagem. Como diria a sabedoria popular, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

Por mais que o modo de visibilidade de uma publicação seja pública, o espaço ainda é privado. Se não há uma compreensão disso, fica difícil conviver em sociedade. É mais ou menos a mesma coisa que convidar todo mundo pra ir na minha casa e quando alguém que chega lá começa a barbarizar, criar clima, e eu, intimidado, tenho que aceitar passivamente a violência. Não é assim que as coisas funcionam.

Mesmo que emita minha opinião num grupo que se diz público (mas que na verdade também é privado pois as regras são definidas por alguns), a postagem é privada, ou seja há necessidade de manter o respeito e o mínimo de compreensão do que fala o autor da postagem para entabular uma conversa.

No meu caso, não estou interessado em debater, no sentido de competir, com ninguém. Não sou candidato a nada, ‘meu negócio é batucada’, quero apenas emitir minha opinião. Se não agrada, mas tem liga com o que falo, pode vir à vontade e questionar. Agora, se parte para agressões pessoais e ofensas, não tenho outro caminho se não bloquear a pessoa.

Continuo aberto à interação, mas não preciso insistir com quem não tá afim de conversar comigo. Simples.